
Às vezes tenho a impressão de que inevitavelmente coloco as coisas a perder. Preciso aprender a deixar essas pequenas lembranças chatas morrerem e usar as boas memórias. Não sei o que aconteceu nesse feriado, mas não foi bom. Tiveram coisas (muito) boas, mas em geral, foi distante.
Isso é para aprender a não ficar criando expectativas exacerbadas. E eu penso que o último retorno antes desse foi bem melhor. E eu pensando em casamento na igreja, imagine. E que existirão outros retornos melhores e piores e que, por isso, um feriado ruim faz parte e não muda a visão do trajeto como um todo. É só um pedregulho.
Ás vezes é difícil, mas a gente precisa se controlar para não achar que é o início do fim e começar a ficar neurótica com o perfeccionismo. Porque eu, de fora, lendo tudo isso acho um exagero de emoções.
Apenas devo e vou deixar morrer as coisas ruins e esperar que a próxima oportunidade seja melhor. Afinal, a gente ta falando de um final de semana. Imagine se fosse de uma vida inteira.
Só para finalizar a sessão no divã: a verdade é que odeio mais do que tudo a generalização atrelada aos homens:
- todos iguais;
- não conseguem ver um rabo de saia;
- não prestam;
- não ficam longe por muito tempo sem chifrar;
E, apesar de ter tido uma prova ou duas da concretização da profecia, continuo a lutar contra esse raciocínio e dizer que o MEU homem não é assim. Mas incomoda muito. Por que? A gente não quer perder o nosso troninho, não quer se sentir ameaçada e trocada por outra. Não quer ser menos amada. Isso nem agora nem durante a vida inteira, que falta muito para acabar. Ok, dá pra ver nesse último raciocínio que o problema sou eu. Que não deveríamos depender do troninho e nem do amor dele, certo? Está aí o feedback, por mais cruel, triste, solitário que seja: você tem que matar o Buda dentro de você, para não depender dele amanhã.
Isso é para aprender a não ficar criando expectativas exacerbadas. E eu penso que o último retorno antes desse foi bem melhor. E eu pensando em casamento na igreja, imagine. E que existirão outros retornos melhores e piores e que, por isso, um feriado ruim faz parte e não muda a visão do trajeto como um todo. É só um pedregulho.
Ás vezes é difícil, mas a gente precisa se controlar para não achar que é o início do fim e começar a ficar neurótica com o perfeccionismo. Porque eu, de fora, lendo tudo isso acho um exagero de emoções.
Apenas devo e vou deixar morrer as coisas ruins e esperar que a próxima oportunidade seja melhor. Afinal, a gente ta falando de um final de semana. Imagine se fosse de uma vida inteira.
Só para finalizar a sessão no divã: a verdade é que odeio mais do que tudo a generalização atrelada aos homens:
- todos iguais;
- não conseguem ver um rabo de saia;
- não prestam;
- não ficam longe por muito tempo sem chifrar;
E, apesar de ter tido uma prova ou duas da concretização da profecia, continuo a lutar contra esse raciocínio e dizer que o MEU homem não é assim. Mas incomoda muito. Por que? A gente não quer perder o nosso troninho, não quer se sentir ameaçada e trocada por outra. Não quer ser menos amada. Isso nem agora nem durante a vida inteira, que falta muito para acabar. Ok, dá pra ver nesse último raciocínio que o problema sou eu. Que não deveríamos depender do troninho e nem do amor dele, certo? Está aí o feedback, por mais cruel, triste, solitário que seja: você tem que matar o Buda dentro de você, para não depender dele amanhã.
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